Case Betha: Sistema Patrimônio otimiza tempo na Câmara Municipal de Santa Rosa de Lima

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Se tem algo que os servidores municipais sabem como ninguém é como o tempo é precioso nas repartições públicas. Otimizá-lo é essencial para conseguir cumprir prazos e poder dedicar-se a questões estratégicas visando melhorar a qualidade de vida dos cidadãos. Foi pensando nisso que a Câmara de Santa Rosa de Lima (SC) implantou, em novembro de 2016, o sistema Patrimônio, da Betha. Com a mudança, o trabalho antes realizado pela prefeitura passou a ser feito na própria Câmara, facilitando a rotina dos servidores e dando mais agilidade ao serviço.

Conforme a contadora da entidade, Janice de Oliveira, até o fim do ano passado toda entrada e saída de material deveria ser comunicada à prefeitura, gerando, muitas vezes, desencontro de informações. “Era a prefeitura que cuidava, e isso dificultava o nosso dia a dia aqui. Agora com um sistema exclusivo, cadastramos o material assim que ele chega, sem precisar fazer difíceis inserções manuais”, enfatiza ela.

Outra vantagem é a integração com o Contabilidade-SAPO, também da Betha, que possibilita o cálculo automatizado da depreciação e valorização dos bens. “Não tínhamos o processo de depreciação na Câmara antes. Depois da implantação repassamos todos os bens, cadastramos, fizemos um inventário e agora temos o controle correto de tudo o que possuímos, das entradas e saídas. Isso otimizou muito o nosso tempo, pois assim podemos fazer o serviço quando a coisa está efetivamente acontecendo, sem precisar repassar à prefeitura mais esta atividade”, relata.

Conforme o analista de Suporte e Implantação da filial Criciúma da empresa, Ronan Tito Pizzolo, com o software é possível registrar e gerenciar todos os bens da repartição. “O sistema registra características, dados contábeis, localização e fornece detalhes sobre a situação do bem, inclusive o valor que ele representa para o município e o seu responsável. Assim, o usuário tem a possibilidade de realizar inventários, depreciações automáticas, reavaliações dos bens, integração contábil e entre outros gerenciamentos presentes no sistema”, complementa o analista.

 

Integração com Contabilidade é um dos maiores benefícios

A prefeitura do município catarinense de Campos Novos também passou pelo processo de implantação do Patrimônio há pouco tempo. Em dezembro de 2016 foi realizado um levantamento físico de todos os bens do órgão público e, na sequência, avaliado o valor de cada um deles. Assim que foram cadastrados os objetos, em janeiro deste ano o serviço passou a ser feito com o auxílio do sistema.

 A integração com a Contabilidade também fez a diferença após a transição, fala a contadora da prefeitura, Deise Salmoria Pires. “Nunca havíamos feito o cálculo da depreciação, por exemplo. O Tribunal de Contas já exigia isso desde 2015, e estávamos bastante atrasados neste quesito. Com a implantação do software conseguimos resolver mais este problema”, alega.

Ainda de acordo com ela, no passado a prefeitura já havia realizado o levantamento físico dos patrimônios, mas sem pontuar seus valores. “Como a informação estava incompleta, não a utilizávamos para nada. Hoje o cenário é outro, eu apenas confiro o valor final dos bens e o sistema faz tudo automaticamente”, alega.

Para o gerente da filial Criciúma da Betha Sistemas, Luciano Torres, o Patrimônio possui grande importância no trabalho realizado pelos servidores. “Ele propicia aos gestores um panorama? completo? da situação patrimonial da entidade, reduzindo ainda a necessidade de cálculos e inserções manuais”, completa.

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