Inteligência nos Negócios pode diminuir fila de espera na saúde pública

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Postos de saúde sem médicos ou com medicamentos em falta, muitos pacientes para serem atendidos, tempo de espera por uma consulta maior do que o ideal: esta é a realidade em muitos municípios brasileiros.

Na área da saúde pública a situação pode ser avaliada a partir das demandas. Em alguns casos, mesmo que não haja atendimento de imediato, os recursos oferecidos pelo município contemplam as necessidades da maior parte da população, é quando identificamos a demanda normal. Quando os recursos oferecidos pelo município não são suficientes para atender a demanda da população temos a demanda reprimida, ou seja, a demanda dos pacientes que ainda não puderam ser atendidos e que estão em uma lista de espera aguardando por uma vaga.

Em muitos municípios, a oferta de recursos é quase sempre inferior à demanda da população, fazendo com que a demanda reprimida seja um problema para os gestores que precisam estar sempre atentos. E nesse caso, a solução está no planejamento.

O gestor precisa conhecer os recursos, o perfil de sua demanda e ter disponíveis todas as ações registradas em cada atendimento para que os profissionais auditores possam analisar cada situação, dando maior atenção a quem de fato precisa de um atendimento mais urgente. Somente desta forma será possível garantir à população o acesso integral à saúde, ou mesmo, reduzir o tempo de espera pelas consultas.

Para conseguir bons resultados na gestão da saúde, o gestor pode buscar na tecnologia o apoio necessário. O Business Intelligence (BI), ou Inteligência de Negócios, é a maneira mais indicada para transformar dados brutos em conhecimento. Um dos propósitos do BI é questionar:

Quando Comprar?
Quando Vender?
Quando Manter?

Estas perguntas costumam servir como uma bússola, orientando os gestores na hora de transformar dados em informações para, assim, efetuar o planejamento de ações. Com estes dados em mãos, fica mais fácil verificar a melhor época para investir, reformar ou manter o que se tem. Com o BI é possível realizar um planejamento mais efetivo, e o quadro abaixo mostra como funciona a transformação dos dados em conhecimento.

Ao analisar os dados acima é possível verificar que há um problema com o aparelho que realiza os exames de eletrocardiograma em um determinado município. Assim é possível tomar a decisão de realizar uma manutenção, caso seja possível, ou de comprar um novo aparelho, caso o atual mostre sinais de desgaste comprovando que não vale a pena investir no conserto. Conhecendo o problema, pode-se trabalhar na causa e antecipar as ações, fazendo com que não seja mais preciso cancelar atendimentos.

Sobre as Etapas do BI:

O gestor precisa ter o apoio de uma boa ferramenta que seja capaz de aplicar a Inteligência de Negócios na área da saúde pública. Um software que possa mostrar indicadores relacionados às solicitações já atendidas, às solicitações pendentes, indeferidas, canceladas e o total. Que apresente um gráfico possibilitando definir diferentes períodos para análise, fazendo comparações e a partir destas comparações ele possa planejar algumas ações. O gestor precisa ter acesso fácil para verificar as solicitações por tipo (especialidades ou procedimentos), coordenados de forma alfabética, e as solicitações de agendamento por estabelecimento. Somente desta maneira o gestor terá controle sobre a realidade da saúde municipal, e a partir disso, terá acesso a informações que o ajudem a planejar e a resolver pequenos problemas que resultarão na melhora do acesso da população aos serviços oferecidos pela saúde pública.


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Sobre o autor
Betha Sistemas

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