Artigo: Pandemia acelera uso da telemedicina

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É uma corrida contra o tempo. Milhares de casos novos e centenas de mortes todos os dias. Pacientes brigando por um leito de hospital ou de UTI, dúvidas que não são respondidas. O novo coronavírus chegou ao Brasil no fim de fevereiro e desde então vem mobilizando toda a população em torno das melhores práticas para evitar o contágio. Ciência e tecnologia, mais do que nunca, unem esforços para amenizar as consequências da doença – e não apenas no que se refere à economia, mas também ao sofrimento que assola o mundo todo.

Aqui na Betha o cenário não é diferente. Logo que a pandemia foi anunciada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) começamos a pensar maneiras de contribuir para que este momento passasse o mais breve possível, e com o menor dano à população. A nossa equipe de desenvolvimento começou a estudar possibilidades e, assim que o Ministério da Saúde liberou a telemedicina como medida de enfrentamento ao coronavírus, unimos esforços para ofertar essa possibilidade aos clientes.

 

Trabalhamos, arregaçamos as mangas e o resultado veio!

Depois de meses passando pelas fases de análise, prototipação e desenvolvimento, a opção foi oficialmente anunciada aos clientes na última quarta-feira, dia 8 de julho. Desde então é possível realizar teleatendimentos, em especial aos pacientes que se encontram na zona de risco, prezando pelo distanciamento e evitando contato com pessoas externas.
Somos cloud, facilitamos os atendimentos e oferecemos o que há de melhor no mercado aos clientes Betha. Nossa solução pode ser utilizada onde e quando o usuário quiser, facilitando o trabalho em hospitais de campanha, centros de triagem, e onde mais for necessário estar. Colocamos a cabeça no travesseiro à noite e dormimos tranquilos. A nossa parte está sendo feita. E feita com excelência!

 

Mesmo em meio à crise, já é possível mensurar os ganhos com a tecnologia

Assim como a telemedicina, soluções como IoT, IA, Big Data e cruzamento de dados também vêm sendo utilizadas por países, estados e municípios visualizando o “novo normal” num futuro breve. E em meio à crise que estamos vivendo, já é possível mensurar os ganhos causados por essas tecnologias, assim como a baixa efetividade dos governos que não se encontram tão avançados no que se refere a TI.

A poucos quilômetros da China, por exemplo, está localizado Taiwan. O país passou praticamente ileso pela pandemia, registrando, até agora, apenas sete óbitos. Como isso foi possível? Utilizando a tecnologia. Logo após a China anunciar os primeiros casos de pneumonia causados pelo novo vírus, Taiwan imediatamente começou a tomar as medidas de enfrentamento à doença. Reuniu e unificou informações de duas bases de dados, possibilitando a análise em tempo real dos pacientes que deveriam ter atendimento prioritário. Além disso, todos que chegaram ao país foram averiguados com formulários online, criados especialmente para esse tipo de ameaça. Em apenas três dias o governo já havia separado as pessoas com possibilidade de contágio das outras.

 

O seu município também pode ser exemplo de combate ao coronavírus

A tecnologia foi utilizada neste caso – lembrando que este é apenas um dos que obtiveram sucesso – com o objetivo de evitar que a situação piorasse e que o pânico se instaurasse em todo o país. E mesmo tratando de aplicações nunca antes utilizadas (já que estamos passando por um fato histórico e diferente de todos os outros já descritos anteriormente) é possível extrair bons resultados e insights sobre os próximos passos a serem dados.

“Utilizar a ciência de dados torna-se essencial na chamada sociedade da informação que, dia após dia, é tomada por um vírus altamente contagioso, agressivo e, muitas vezes, letal. Mas que pode, pela primeira vez na história, ser extinto com o auxílio da tecnologia.”

Taiwan é um exemplo mundial do combate eficiente ao vírus, mas o seu estado, o seu município também pode ser. Nossa equipe – e aí somam-se mais de 550 colaboradores diretos – trabalha firme na construção de soluções inteligentes e integradas, utilizando tecnologias como Big Data, IoT, IA, reconhecimento facial e de fala. Não apenas o sistema de Saúde, mas outros, como Compras, Contratos, Contábil, Transparência e Portal do Gestor, por exemplo, estão alinhados e prontos para dar o suporte necessário à gestão pública em um momento crítico como o vivido atualmente.

É preciso trabalhar de forma colaborativa, unir ciência e tecnologia, pesquisas e ferramentas digitais. Governos e iniciativa privada devem tratar a ciência de dados como prioridade, tanto no combate como na prevenção de outras pandemias. Porque só assim, unindo esforços e de forma proativa, conseguiremos sair dessa o mais rápido possível.

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Sobre o autor
Aldo Garcia
CEO da Betha Sistemas

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