Saiba como o uso da tecnologia pode facilitar o Cálculo de Depreciação de Bens

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Otimizar tempo e zelar pelos bens públicos são alguns dos fatores essenciais para uma gestão patrimonial eficiente. Porém, se não houver organização e ferramentas que facilitem os processos, isso pode se tornar um problema para os gestores. Diante das demandas de trabalho e da necessidade de cumprir prazos, é comum surgirem dificuldades na hora de monitorar e gerenciar questões como a depreciação de bens.

A depreciação ocorre com todos os materiais quando há perda no seu valor inicial, seja por deterioração física, desgaste ocasionado pelo uso, ação da natureza ou obsolescência. Esses declínios dos valores dos bens devem ser calculados constantemente pelo município, com a finalidade de alcançar uma gestão mais assertiva e transparente.

O PCASP – Plano de Contas Aplicado ao Setor Público, reforça a importância da relação de contas e do cálculo da depreciação de bens, sendo uma maneira padronizada e sistematizada para gerar relatórios gerenciais e demonstrações contábeis. Assim, oferece maior transparência fiscal por parte do município e coopera para melhores tomadas de decisão e prestações de contas.

A tecnologia tem sido de grande valia no município, principalmente pelo auxílio que oferece à administração pública. As gestões já estão se adaptando à nova realidade, mudando a forma como se relaciona com o cidadão cada vez mais digital. E, além de ajudar na comunicação entre gestão e população, essa mudança traz maior segurança de informações e agilidade aos processos.

Para facilitar o trabalho relacionado aos bens patrimoniais do município, é fundamental que haja um sistema de controle ágil e efetivo, que torne prático o cadastro desses itens e o cálculo da depreciação. Além disso, é necessário que tenha integração entre os sistemas de compras e contratos e contábil, permitindo o cálculo rápido e seguro.

Com um bom sistema para gerenciar toda essa demanda, informações sobre produtos semelhantes podem ser replicadas, reduzindo a necessidade de cálculos e inserções manuais de dados. Isso permite que haja a reavaliação automática dos valores, estimulando e realizando a depreciação dos itens cadastrados em um inventário de maneira online, com software.

Além disso, a tecnologia de um bom sistema de patrimônio oferece uma visão completa sobre os bens, armazenando informações detalhadas sobre cada um, como o seu valor atual, localização e responsável, possibilitando também a inserção de imagens.

O acompanhamento através desse tipo de ferramenta digital facilita processos como a monitoração da vida útil dos materiais, realizando cálculos automáticos dos patrimônios, auxiliando o planejamento para restauração, manutenção ou reposição. Há também como supervisionar as transferências para outras unidades, controlando o período de empréstimo e o responsável.

Além de otimizar o tempo dos servidores, o uso das inovações traz economia financeira, pois o processo todo pode ser feito por plataformas digitais, evitando o uso de papel, sendo uma opção mais ecológica.

A tecnologia está cada vez mais presente na gestão dos municípios e apresenta propostas que podem agregar muito para o desenvolvimento de cidades inteligentes e digitais.

Conheça nosso case de Santa Rosa de Lima e descubra o que a Betha Sistemas tem feito para ajudar as gestões municipais!

CASE

Câmara Municipal de Santa Rosa de Lima já usa sistemas para facilitar o cotidiano

Os servidores municipais entendem bem a importância de otimizar o tempo e o quanto isso interfere nos resultados. Pensando nisso, a Câmara de Santa Rosa de Lima (SC) implantou o Sistema Patrimônio Betha.

Com essa nova ferramenta, o serviço antes realizado pela prefeitura passou a ser feito na própria Câmara, dando mais agilidade ao serviço e evitando desencontro de dados. Além disso, o uso de um sistema exclusivo permitiu que as entradas e saídas de bens fossem cadastrados de maneira online logo após sua aquisição, disponibilizando os dados aos envolvidos e sem inserções manuais.

Com o município usando a tecnologia a seu favor, a Câmara passou a ter mais autonomia nos processos e dividiu demandas com a prefeitura. Além disso, a integração do sistema Patrimônio com o Contabilidade-SAPO possibilitou o cálculo automatizado da depreciação e valorização de bens.

“Não tínhamos o processo de depreciação na Câmara antes. Depois da implantação repassamos todos os bens, cadastramos, fizemos um inventário e agora temos o controle correto de tudo o que possuímos, das entradas e saídas. Isso otimizou muito o nosso tempo, pois assim podemos fazer o serviço quando a coisa está efetivamente acontecendo, sem precisar repassar à prefeitura mais esta atividade”, relata Janice de Oliveira, contadora do local.

Após a implantação e uso do sistema de depreciação, todos os bens foram repassados, criando um inventário para controle de tudo que a Câmara possui.

Atuando como facilitadores dos processos no município e responsáveis por tornar os serviços mais ágeis e eficazes, os sistemas têm a capacidade de tornar a gestão cada vez melhor, transformando a qualidade de vida da população do município!

 

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Betha

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